PORD11 – POLO CRI – FII

O fundo é administrado pela OliveiraTrust, em regime de condomínio fechado e tem prazo indeterminado de duração.

pord111

Seu patrimônio será composto por ativos financeiros e imobiliários, sendo permitido até 100% de alocação no primeiro, de acordo com o regulamento (não confundir com PLRI11 – Polo I – FII, um FII de Papel também da PoloCapital).

 

A taxa de administração do fundo é de 0,8% do PL a.a. com um mínimo de R$ 6.000,00 mensais.

Seu benchmark é o CDI e a rentabilidade alvo é IGPM + 7% a.a., mas imagino que os rendimentos deste fundo não serão tão elevados quanto o seu antecessor,  seja pela constituição dele ou pela taxa de performance cobrada de 20% sobre o que ultrapassar o CDI.

No seu antecessor tanto o Alvo quanto o Benchmark eram o IGPM+8%, evitando assim que boa parte da rentabilidade ficasse na conta do gestor.

O valor da emissão foi de R$ 150.000.000,00 e suas cotas foram lançadas a R$ 100,00 cada.

Data de Início 04/01/2013
Aplicação Negociação via Bovespa (código: PORD11)
Classificação ANBID Fundos de Investimento Imobiliário
Classificação CVM Fundos de Investimento Imobiliário
O portfólio do Polo FII II é primordialmente alocado em tranches sêniores de CRIs lastreados em recebíveis imobiliários pulverizados. A priori, a carteira focará em CRIs emitidos pela Polo Securitizadora, embora não haja exclusividade.

Em geral, as securitizações de recebíveis pulverizados da Polo Securitizadora ocorrem à razão de 80% sênior, e 20% subordinado para um mesmo pool de ativos.
Os CRIs subordinados, em geral, são adquiridos pelo FII I, enquanto o FII II prioriza os CRIs sêniores. Como os pools de recebíveis têm métricas de loan-to-value médio de ~50%, os CRIs sêniores teoricamente só terão perda de capital para quedas de ~60% (acumulação de perdas de 50% e 20%) no valor dos ativos imobiliários alienados fiduciariamente como garantia aos empréstimos.

Cabe lembrar que os CRIs subordinado constituem o first-loss-tranche, ou seja, qualquer perda de valor no pool de ativos por inadimplência, pré-pagamento ou outros fatores, impacta primeiramente a base de capital dos CRIs subordinados, conferindo uma camada de proteção aos CRIs sêniores. Desta forma, a Polo Capital entende que a carteira do FII II tem um perfil de risco relativamente conservador.

Em 2012 e 2013, a Polo Securitizadora emitiu CRIs sêniores com taxas entre IGPM+7,5% e IGPM+8%, entendidas como competitivas com outros papéis disponíveis
no mercado com graus de risco e subordinação similares.

O Polo FII II tem como objetivo proporcionar ao cotista um retorno superior ao CDI, investindo em uma carteira de recebíveis imobiliários de risco relativamente baixo.

Exclusivamente Investidores Qualificados conforme definição da Instrução CVM 409/2004.

Objetivo de fundo: Obter retornos superiores ao CDI
Início da distribuição do Fundo:29/Nov/2012
Encerramento da distribuição do Fundo: 12/Dez/2012
Gestor: Polo Capital Gestão de Recursos Ltda

 

Taxas:
Administração: 0,80%a.a. sobre patrimônio liquido (mínimo R$ 6.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).
Gestão: incluída na taxa de administração.
Performance: 10% sobre rentabilidade excedente a rentabilidade da NTNB com vencimento mais próximo de 6 anos +1%a.a.

RI: ger2.fundos@oliveiratrust.com.br

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33 comentários sobre “PORD11 – POLO CRI – FII

  1. Fala pessoal.

    Fiz a análise deste Fii recentemente e venho acompanhando. Não encontrei nenhum “gato em cima do telhado”. Não tenho muitas informações a respeito do Oliveira Trust.

    Tem algum cotista aqui? Alguma insatisfação? RI eh legal?

    Na brincadeira de pontos fortes e fracos, o que acham?

    Pelo que andei analisando ele está com um preço razoável x o seu valor intrínseco, mesmo considerando uma taxa de desconto quando se leva em conta os juros em queda.

    Abraço;

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    • grande Marcola!

      são papéis pulverizados da PoloCapital, maior retorno porque tem risco bem maior só que até agora a gestão foi bem habilidosa em segurar os abacaxis

      no mais, desde que mudou para pagamento semestral, perdeu um pouco a base de cotistas, a turma curte o pingado mensal

      seu irmão mais velho (PLRI) paga mensal e na época que foram criados tinham carteiras similares; este aqui passou pra semestral por alguma questão de fluxo, mas faz tempo que não olho então seria legal ver os informes trimestrais pra saber se tá tudo ok

      Curtido por 1 pessoa

    • Marcola o amigo Beto mandou por whats esse comentário do fii pra nós

      “Estratégia

      O portfólio do Polo FII I é primordialmente alocado em tranches subordinadas de CRIs lastreados em recebíveis imobiliários pulverizados. A priori, a carteira focará em CRIs emitidos pela Polo Securitizadora, embora não haja exclusividade.

      Em geral, as securitizações de recebíveis pulverizados da Polo Securitizadora ocorrem à razão de 80% sênior, e 20% subordinado para um mesmo pool de ativos. Os CRIs subordinados, em geral, são adquiridos pelo Polo FII I.

      Velho, a grande sacanagem envolvendo crédito privado relativo ao mercado imobiliário constante de ativos resultante da engenharia Financeira do mercado de capitais americano que resultou na crise de 2008 foi uma resposta sobre o que fazer com as tranches subordinadas, ou seja, com o lixo tóxico.

      Um fundo dedicado a absolver somente as traches subordinados de um pool de ativos em momentos de euforia é algo fatal as finanças as nossas finanças. Para quem leu sobre como ocorreu a história da crise americana, um fundo desses dá um frio na espinha.”

      Curtido por 4 pessoas

      • Valeu pela atenção. De fato quando a reza eh demais o santo desconfia. Tá precificado com bastante desconto (mais de 40% de margem).
        Tinha que ter alguma coisa. Se gostar de risco da até pra encarteirar mas tem que ficar esperto. Pouca liquidez.

        Vou analisar essas CRIs e ver se realmente eh algo parecido com a crise subprime dos EUA. Lá o que aconteceu, fazendo uma analogia ao país das bananas, foi como se muita casa que se encaixasse no MCMV, ou seja, para classes mais baixas, tivessem cada uma uns 3 financiamentos. Um financiamento financiando outro que financiasse outro.

        No fim, a coisa foi se valorizando absurdo e uma hora alguém deixou de pagar, aí foi queda em cascata. Quem tava na ponta oposta, ou seja, dono do 3o financiamento foi pro vinagre bunito (lehman brothers). O filme que ganhou o Oscar ano passado (não lembro o nome) retratou muito bem.

        Valeu!

        Curtido por 1 pessoa

  2. se entupiram de BBPO!!

    Relatório Anual 2015:

    O Fundo foi constituído em 19 de setembro de 2012, nos termos da Instrução CVM n 472/08

    A estratégia de Gestão do Polo FII – Recebíveis Imobiliários II se baseia na aquisição de títulos lastreados em recebíveis imobiliários, preponderantemente CRI’s, que tenham como lastro operações de financiamento imobiliário com estrutura adequada de garantia.

    Os negócios realizados pelo Fundo abrangeram principalmente a aquisição de CRI’s que atendessem a essa estrutura, bem como cotas de fundos de investimento imobiliário que aplicassem em ativos de características semelhantes e letra de crédito imobiliário – LCI.

    Curtido por 2 pessoas

    • PREVISÃO DE INVESTIMENTOS PARA O 1º SEMESTRE DE 2016

      Para o 1º semestre de 2016 o Polo FII – Recebíveis Imobiliários II manterá sua política de investimento em ativos, preponderantemente CRI’s, cujo lastro seja baseado em recebíveis imobiliários de operações originadas por grandes incorporadoras, e com estrutura adequada de garantia, especialmente na relação saldo da dívida x valor do imóvel.

      O Fundo também buscará aproveitar oportunidades de aquisição de LCI’s para melhor rentabilidade do seu ativo.

      CONJUNTURA ECONÔMICA DO SEGMENTO DO MERCADO IMOBILIÁRIO, RELATIVAS AO SEMESTRE FINDO E PERSPECTIVAS PARA O 1º SEMESTRE DE 2016.

      Os CRI’s emitidos no Brasil têm remunerado os investidores com um prêmio em relação aos índices de inflação, em particular o IGP-M. Este prêmio guarda relação com as remunerações previstas nos contratos de financiamento imobiliário que usualmente lhes servem de lastro. Os prazos geralmente longos dos CRI e o fato do CRI ser um instrumento de investimento relativamente novo, tendo sido criado em 1997, também contribuem para existência deste prêmio, que tende a servir como fator de atração para todos os potenciais investidores.

      A securitização de recebíveis imobiliários no Brasil é um mercado crescente. Este desenvolvimento tem como base uma série de fatores, incluindo:
      (i) a instituição do Sistema de Financiamento Imobiliário e aprimoramento do arcabouço legal;
      (ii) aumento da necessidade de financiamento do setor imobiliário e
      (iii) atratividade destes títulos por parte dos investidores.

      A perspectiva do Gestor e do Administrador para o 1º semestre de 2016 é a de promover substituições pontuais na carteira de CRI investidos, além de manter a política de distribuição de resultados e amortização de cotas

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      • A distribuição semestral veio gorda:

        30/06/2016 – Informou distribuição de rendimento:
        Data Base: 30/06/2016 Data Pagamento: 07/07/2016
        Valor: R$ 9,000000 Fechamento: R$ 101 Rendimento % = 8,911%

        Curtido por 1 pessoa

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