HGRU11 – CSHG Renda Urbana – FII

CSHG RENDA URBANA – FII, inscrito no CNPJ sob nº 29.641.226/0001-53 (“Fundo”), vem, informar aos cotistas e ao mercado em geral, que o Fundo firmou, no dia 9 de maio de 2018, o Termo de Fechamento (“Termo”), por meio do qual concluiu a aquisição da totalidade das ações da companhia denominada Jardim Oceânico Investimentos Imobiliários e Participações S.A., inscrita no CNPJ sob nº 09.109.837/0001-48 (“Jardim Oceânico” ou “SPE”), sociedade de propósito específico, detentora do imóvel localizado no Estado do Rio de Janeiro, na cidade do Rio de Janeiro, na Avenida Armando Lombardi, nº 940, Barra da Tijuca, objeto da matrícula nº 372.565 do 9º Ofício de Registro de Imóveis da Comarca do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro (“Imóvel”).

No momento da assinatura do Termo e efetivo recebimento das ações da Jardim Oceânico, o Fundo efetivou o pagamento do valor total de R$ 121.317.804,21 (cento e vinte e um milhões, trezentos e dezessete mil, oitocentos e quatro reais e vinte e um centavos), sendo que o valor de R$ 17.804,21 (dezessete mil oitocentos e quatro reais e vinte e um centavos) foi creditado ao vendedor como compensação pelo saldo de caixa existente na SPE, revertido em favor do Fundo, e por outras obrigações da SPE, que serão pagas pelo Fundo, mas incidem sobre o período em que o vendedor era o único acionista da SPE. Excluídas tais compensações, o valor da aquisição correspondeu à quantia de R$ 121.300.000,00 (cento e vinte e um milhões e trezentos mil reais) (“Preço”).

Com a assinatura do Termo e pagamento do Preço, o Fundo quitou o valor total da aquisição, tornando-se o único titular de todos os direitos sobre a Jardim Oceânico, especialmente a propriedade do Imóvel e os direitos sobre as receitas do aluguel pago mensalmente pelo locatário, o GRUPO IBMEC EDUCACIONAL S.A., inscrito no CNPJ sob o nº 04.298.309/0001-60 (“Ibmec”), atual inquilino do Imóvel, no valor mensal atualizado de R$ 984.323,37 (novecentos e oitenta e quatro mil, trezentos e vinte e três reais e trinta e sete centavos), que equivale a aproximadamente R$ 0,66/cota (sessenta e seis centavos  por cota).
Nos termos da regulamentação vigente (que prevê que o Fundo distribua rendimentos de, no mínimo, 95% dos lucros apurados em regime de caixa no semestre), o valor dos aluguéis fruto da referida compra integrarão a base de cálculo da distribuição dos rendimentos do Fundo no respectivo semestre.

Taxa de administração
0,90% ao ano sobre valor de mercado do Fundo.

Taxa de Performance
20% da rentabilidade apurada por meio da distribuição de rendimento sobre o valor total integralizado de cotas do Fundo do que exceder 5,5% atualizado pela variação acumulada do IPCA, conforme Regulamento.

Autor: Tetzner

Engenheiro, Investidor há mais de20 anos, autor de 2 livros e pioneiro em Fundos Imobiliários :)

434 comentários em “HGRU11 – CSHG Renda Urbana – FII”

  1. Do último relatório: “Como já é de conhecimento dos
    nossos investidores, todo início de semestre, fazemos as projeções de receitas e despesas do Fundo afim de decidir o rendimento
    a ser distribuído ao longo do semestre, de forma linear. Dado o cenário de alocação de recursos e reajustes dos alugueis, o time
    de gestão decidiu por distribuir R$ 0,72 por cota o que representaria o novo patamar sustentável deste semestre; frente aos R$
    0,68 por cota praticado nos semestres anteriores, trata-se de um aumento de 5,8 %.”

    Para os chorões que dizem que a renda só cai (não sei oquê eles têm na carteira), segue um exemplo do oposto.

    Curtido por 5 pessoas

    1. Muitos ainda olham pra este tipo de FII como tranqueira ou lixão, que pegou tudo o que os outros de DNA puro não queriam. Sinceramente não sei da onde tiraram isso.

      Sempre teremos nos FII alguma coisa que não agrada. Algum risco. Sempre! Em qualquer um. Por isso ter uma boa gestão e um bom portfólio são vitais. Ter uma mescla de ativos que possuem valor oculto pra quando algo de diferente ocorrer.

      Educação é o Aquiles do Fundo? Não sei. Acho que ajuda e muito na diversificação.
      Varejo de rua? Alguns dizem que o digital vai matar e que em breve (alguns anos) estarão todos vazios como as agências e tal…isso é quase que dizer que algum dia alguém vai morrer 😉

      E por ai vai. Em FII se monta carteira complementando os ativos e gestão. Precisa ter gestão de todos os tipos. Ate a gestão entra como diversificação. Mesmo aquela que parece não aprender nunca, tem um ou outro FII que pela qualidade dos ativos anda quase que sozinho na velocidade de cruzeiro. Como temos outros que a gestão precisa fazer um belo e forte trabalho pra manter o FII andando. Mesclar todos eles só faz bem ao patrimônio.

      Aqui e em vários outros teremos em breve janelas boas de entrada. Juros subindo pra quem tem paciência e olha 10 anos a frente…é uma BAITA cenário de garanti agora a renda gorda la na frente 🙂

      Tb to bem satisfeito aqui.

      Valeu!!!

      Curtido por 8 pessoas

      1. Perfeito Gama!!

        A propósito da sua última frase, montei a base da minha carteira em um momento de alta de juros ( situação bem mais critica) forte e isso garantiu uma carteira geradora de renda muito boa. As cotações variaram muito no período. Já fiquei ” rico”, depois” pobre”, depois ” rico”..etc. O importante é que sempre gerou um bom fluxo de caixa que permitiu ir alocando de acordo com o momento.

        A frase “compre ao som dos canhões…” é bem fácil de dizer e escrever….porém, bem mais difícil, é executar.

        Curtido por 1 pessoa

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