KNCR11 – Kinea Rendimentos Imobiliários – FII

Seu objetivo é o investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários (“CRI”) predominantemente e também poderá investir em Letras de Crédito Imobiliário (“LCI”) e Letras Hipotecárias (“LH”); administrado pela INTRAG DTVM, em regime de condomínio fechado e tem prazo indeterminado de duração.

KNCR11

Trata-se portanto de um FII de Papel, segundo a classificação do Ranking dos FIIs.

Patrimônio do Fundo:

O Fundo aplica seus recursos preponderantemente – assim entendido como mais de 50% (cinquenta por cento) do patrimônio líquido do Fundo – na aquisição de CRI. Adicionalmente, o Fundo poderá investir em LCI, LH e outros ativos financeiros, títulos e valores mobiliários, nos termos do item 4.2 do Regulamento, a critério do Gestor e independentemente de deliberação em Assembleia Geral de Cotistas nos termos deste Prospecto e do Regulamento.

Assim, correspondem aos ativos que serão objeto de investimento pelo Fundo os

(a) CRI Elegíveis;

(b) LCI Elegíveis;

(c) LH Elegíveis; e

(d) Outros ativos financeiros, títulos e valores mobiliários permitidos pela Instrução CVM nº 472 com

(i) rendimento pré-determinado ou rentabilidade alvo pré-determinada, e

(ii) com classificação de risco, em escala nacional, “AA”, emitida pela Standard&Poors, Fitch ou equivalente pela Moody’s (Ativos).

Taxas:
Administração: 1,0%a.a. sobre patrimônio liquido.

Taxa de Custódia: Pelos serviços de custódia de ativos financeiros prestados ao Fundo, o Custodiante fará jus a uma remuneração de 0,105% (cento e cinco milésimos por cento) ao ano incidente sobre o patrimônio líquido do Fundo.

RI: intrag@itau-unibanco.com.br

Tutor do FII: Marcelo E

218 comentários sobre “KNCR11 – Kinea Rendimentos Imobiliários – FII

  1. Estudo sobre até onde pode ir os dividendos do KNCR.
    71% da carteira lastreada ao CDI.
    Proventos nos últimos 12 meses R$13,63
    Com a selic em 11%, proventos caem para R$ 11,50, R$0,95 por mês
    Com a selic em 10%, proventos caem para R$ 10,80, R$0,90 por mês
    Com a selic em 9%, proventos caem para R$ 10,20, R$0,85 por mês

    Faz sentido? Alguém já fez algo parecido?

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      • Zeitona,

        Por coincidencia fiz ontem uma estimativa de renda em KNCR e cheguei praticamente nos mesmos numeros que vc.
        Mais da metade dos titulos são indexados ao IPCA(18) e IGPM(2) mais um prêmio de remuneração, a outra parte é indexada ao CDI(18).
        Então, simulei o IPCA e IGPM em 5% e a Selic a 11% e obtive um total de proventos em R$11,58 ou R$0,96/Cota ao mês.
        Com IPCA e IGPM em 4,5% e a Selic a 10% teríamos um total de proventos em R$10,69 ou R$0,89/cota ao mês
        Com IPCA e IGPM em 4% e a Selic a 9% teríamos um total de proventos em R$9,80 ou R$0,81/cota ao mês.

        Acho que faz sentido sim!!!

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  2. Uma pergunta aos mais feras em papel, não está havendo ou pode acontecer tipo uma pirâmide com esses fiis de papel, poderia ser isso o motivo dessas emissões, desculpe sou leigo em papel, apesar de estar comprando papel quando cai, com essa quebradeira geral, tenho medo de pirâmide

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      • Como eu disse não entendo de papel, mas sei q tem muitos imóveis dado como garantia, e muita papelada enrolada, aí fii p ir pagando renda e empurrando com a barriga vai fabricando mais dinheiro novo e consequentemente ganhando tempo.

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      • Sim senhor, quando vc começa fazer novas emissões para tampar buraco torna se sim uma pirâmide companheiro. Pega um banco ou qualquer um q tenha seu capital mobilizado em imóveis ou outras garantias oriundos de calotes, vc pode não perder o capital, mas vai sim ter rebolar p se sair da mobilização, isso se as garantias forem boas e conseguir se sair e não perder nada. E a renda mensal do cotista quem vai pagar, as garantias, quem vende algo hoje?

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      • Precisamos por aquela ideia do conejo em pratica no blog, tá ficando desagradável uma meia dúzia de sabichão que acha que sabe alguma coisa mas na verdade não sabe nada, o sábio ele cala-se ou explica quando uma pessoa dis não saber algo e pede ajuda, não zombar ou querer diminuir o cidadão q fez a pergunta ou comentários, o deboche desestimula um amigo a fazer uma pergunta sobre algo q ele não saiba, com isso permitindo ele e o blog evoluam.

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      • Acredito que este blog também tem função de orgão de defesa dos investidores em Fiis. Sendo assim , caso o que o Interceptor diz possa, mesmo que remotamente, ser factível, é necessário gestões junto a CVM e a Bovespa para “possível ” verificação e proteção. Eu pessoalmente não concordo com o Interceptor, acredito que os FIIs de recebíveis têm seus riscos, mas todos estão no mesmo barco se as coisas forem muito mal e ocorrerem inadimplencias com os CRIs etc..Para quem investe um KNCR que é ligado ao Itau pode apresentar “mais segurança” do que um PORD, que apesar de melhor custo-benefício não tem esse tipo de ligação e tem baixa liquidez. Obrigado

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      • Me lembro muito bem, quando lá pelos idos de 2011 ou 2012 alguém entrou no Blog pedindo conselhos de compras no setor bancário e eu na época investidor assiduo e confiante em BBFI falei que poderia ficar 100% neste fundo sem problemas. Eis que surge o grande Conejão alertando quanto a eventuais problemas de concentrarmos uma grande parte de nossos investimentos em tal ativo. Sabias palavras, que me alertaram para o fato e estimularam a investir em alguns outros ativos e setores e não me deixaram levar um outro investidor no mesmo caminho. Eis que algum tempo depois temos o BBFI na situação atual. Continuo acreditando no potencial do fundo, mas sem resolução para alugar a parte devolvida pelo BB. Sabio Conejo, muito obrigado pelo alerta.

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      • Bem só sei q eu já fui vítima de pirâmide até de boi com a boi gordo, isso vai logo logo fazer 20 anos e ba bau, e essa tal de CVM tava lá, pagávamos uma taxa p que cada contrato teria q ter o boi nosso lá engordando, os meus viraram churrasco e eu nem o cheiro senti, quando a gente fala algo é por experiência de ter sofrido calote, dai talvez sai até generalizando um pouco, mas é bom ficar atento onde põe dinheiro, p investir é muito fácil, só apertar o botão, agora reaver de volta, pode não ser tão simples como um apertar de um botão.

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      • Cara, vai estudar então, ao invés de ficar falando bobeira aqui. Comparar FII com Pirâmide e achar que isto é normal, eu venho aqui buscar informação e compartilhar, o que acontece é que sempre você enche o fórum com comentários inúteis e sem nexo, como este.

        Na dúvida, fique calado. Faça como eu faço.

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      • Se isso é se calar imagine sua educação quando resolver agredir pra valer heim, se vc não concorda, pode discordar, o que vc não deveria é ser tão amargo e arrogante, com certeza por traz disso tem algo, esta carregando, com medo de perder ou já está perdendo dinheiro, ou algum problema particular, seja lá o que for se precisar de ajuda conte comigo amigo, não se acanhe caso vc precise de alguma coisa, estamos aqui para tentar um ajudar o outro ok.

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      • interceptorfii19,

        Comparar Fii de papel com pirâmide pode gerar uma reação mais impaciente mesmo.

        Os Fiis de papel precisam emitir porque como os juros são distribuidos, o principal não é corrigido ao longo do tempo. A inflação faz com que haja a necessidade de emissão para recompor o principal do fundo.

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  3. COMUNICADO
    Cancelamento da Convocação para Assembleia Geral Extraordinária do
    KINEA RENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII
    CNPJ/MF nº 16.706.958/0001-32
    prevista para ser realizada no dia 24 de janeiro de 2017
    INTRAG DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA., com sede na Avenida Brigadeiro
    Faria Lima, nº 3.400, 10º andar, CEP 04538-132, São Paulo – SP, inscrita no CNPJ/MF sob o nº
    62.418.140/0001-31, habilitada para a administração de fundos de investimento conforme ato declaratório
    nº 2.528, de 29 de julho de 1993, expedido pela Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), na qualidade de
    administrador do KINEA RENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII, inscrito
    no CNPJ/MF sob o nº 16.706.958/0001-32 (“Fundo”), vem, por meio deste comunicar aos cotistas do Fundo,
    o CANCELAMENTO da convocação para a Assembleia Geral Extraordinária de Cotistas do Fundo, que seria
    realizada no dia 24 de janeiro de 2017, tendo como ordem do dia deliberar sobre a 6ª emissão de cotas do
    Fundo, em razão de questões formais no processo de convocação da referida assembleia.
    Desta forma, solicitamos aos cotistas que desconsiderem a referida convocação para a Assembleia Geral de
    Cotistas do Fundo.
    São Paulo, 12 de janeiro de 2017.
    INTRAG DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTD

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  4. Quanto, quanto, quanto???

    KINEA RENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII
    CNPJ/MF nº 16.706.958/0001-32
    CONVOCAÇÃO
    ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
    INTRAG DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA., com sede na Avenida Brigadeiro Faria
    Lima, nº 3.400, 10º andar, CEP 04538-132, São Paulo – SP (“Sede”), inscrita no CNPJ/MF sob o nº
    62.418.140/0001-31, habilitada para a administração de fundos de investimento conforme ato declaratório
    nº 2.528, de 29 de julho de 1993, expedido pela Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), na qualidade de
    administrador do KINEA RENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII, inscrito
    no CNPJ/MF sob o nº 16.706.958/0001-32 (respectivamente, “Administrador” e “Fundo”), em conformidade
    com o item 15 e respectivos subitens do regulamento do Fundo (“Regulamento”), convida os Srs. cotistas do
    Fundo para se reunirem na assembleia geral extraordinária, a ser realizada às 15:00hs horas do dia 24 de
    janeiro de 2017, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 3.500, 1º andar, CEP 04538-132, São Paulo – SP
    (“Assembleia”), a fim de deliberarem sobre as seguintes matérias constantes da ordem do dia:
    1. aprovação da 6ª emissão de cotas do Fundo (“Cotas da 6ª Emissão”), a ser realizada no Brasil, as quais
    serão distribuídas pelo Banco Itaú BBA S.A., na qualidade de coordenador líder (“Coordenador Líder”), e por
    instituições intermediárias integrantes do sistema de distribuição de valores mobiliários sob o regime de
    melhores esforços, nos termos da Instrução da CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003, conforme alterada
    (“Instrução CVM nº 400/03”), da Instrução da CVM nº 472, de 31 de outubro de 2008, conforme alterada
    (“Instrução CVM nº 472/08”) e demais normativos aplicáveis (“Oferta”);
    1.1. determinação do preço de emissão das Cotas da 6ª Emissão e do valor da taxa de
    ingresso/distribuição primária, observado que a Oferta será realizada em uma única classe e
    série. Em conformidade com o subitem 8.4.2 do Regulamento, o preço de emissão das Cotas
    da 6ª Emissão será determinado na Assembleia ora convocada, conforme sugerido pelo gestor
    do Fundo.
    A quantidade de Cotas da 6ª Emissão inicialmente ofertada será de até 5.518.697 (cinco
    milhões, quinhentas e dezoito mil, seiscentas e noventa e sete) de Cotas da 6ª Emissão e
    poderá ser acrescida de um lote adicional, a ser emitido na forma prevista no parágrafo 2º
    do artigo 14 da Instrução CVM nº 400/03, equivalente a até 20% (vinte por cento) das Cotas
    da 6ª Emissão inicialmente ofertadas e de um lote suplementar, a ser emitido na forma
    prevista no artigo 24 da Instrução CVM nº 400/03, equivalente a até 15% (quinze por cento)
    das Cotas da 6ª Emissão inicialmente ofertadas, sendo admitido o encerramento da Oferta a
    qualquer momento, bem como o cancelamento do saldo de Cotas da 6ª Emissão não colocado,
    a exclusivo critério do Coordenador Líder e das instituições intermediárias integrantes do
    sistema de distribuição de valores mobiliários por ele selecionadas em conjunto com o
    Administrador, caso ocorra a distribuição parcial de, pelo menos, [479.387 (quatrocentas e
    setenta e nove mil, trezentas e oitenta e sete)] Cotas da 6ª Emissão; e
    2. autorização ao Administrador para a prática de todos e quaisquer atos necessários à efetivação das
    matérias constantes da presente ordem do dia.
    Informações Gerais
    Poderão participar da Assembleia, ora convocada, os cotistas titulares de cotas emitidas pelo Fundo, por si,
    seus representantes legais ou procuradores constituídos há menos de 1 (um) ano, desde que referidas cotas
    estejam escrituradas em seu nome perante a instituição financeira depositária responsável pelo serviço de
    escrituração de cotas, Itaú Corretora de Valores S.A., na presente data.
    Os cotistas poderão ainda manifestar seu voto em relação aos itens do presente edital por meio da outorga
    de procuração cuja minuta contenha todos os elementos informativos necessários ao exercício do voto, bem
    como faculte ao cotista o exercício de voto contrário à proposta, nos termos dos incisos I e II do artigo 23 da
    Instrução CVM nº 472/08.

    INTRAG DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA.

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  5. ata-base (último dia de negociação “com” direito ao rendimento) 29/12/2016
    Data do pagamento 12/01/2017
    Valor do rendimento por cota R$ 1,15(hum real e quinze centavos)
    Período de referência Dezembro – 2016

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      • Vamos supor um FII com cota de 100,00 e que distribui 1,00 por cota ao longo do semestre

        Na última renda vem um rendimento de 1,11

        ais você fala: “Uauuu” que beleza! uhuuuu Ahhaaaaa Agora é festa !

        Mas na verdade o rendimento mensal que deveria ser 1,02 foi minimizado para 1,00 e o que você recebeu “a mais” foi provisão feita nos meses anteriores com margem de segurança OU excedente de caixa

        o FII tem de distribuir o MÍNIMO de 95% a cada 6 meses, se seguir a regra ao pé da letra, daria para fazer um ano de 95% e outro de 105% usando o caixa pra inflar a renda

        Qual a motivação disso Tetzner? Você está viajando!

        Antes com as taxas voltadas para o PL (Patrimônio) era interessante RETER no limite de 95% de distribuição; mas com “Lambança” histórica da mudança das taxas voltadas ao valor de mercado das cotas, o interesse é INFLAR ao extremo a cotação

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      • Qual é o problema disso?

        Afinal o dinheiro está no caixa e é do cotista, devolve para ele!

        Eu penso que um ativo onde a distribuição de no mínimo 95% do lucro é obrigatória para gozar do benefício fiscal, possui apenas 5% de margem de manobra para fazer seu patrimônio crescer ao longo dos anos, sem ter de chamar novas emissões

        Chamando novas emissões o Gestor/Administrador dilui a base de cotistas, nos casos em que o investidor não quiser aumentar sua posição proporcionalmente à emissão, por limite próprio de exposição ao mesmo ou ao segmento.

        Mantendo o capital no caixa ele fará o crescimento orgânico e potencializará a geração de valor ao longo dos anos, veja:

        Ano 0 temos: 1,0

        Ano 1 temos: 1,0 x 1,05 = 1,05

        Ano 2 temos: 1.0 x 1,05 x 1,05 = 1,1025

        Ano 3 temos: 1.0 x 1,05 x 1,05 x 1,05 = 1,157625

        0 1
        1 1,05
        2 1,1025
        3 1,157625
        4 1,21550625
        5 1,276281563
        6 1,340095641
        7 1,407100423
        8 1,477455444
        9 1,551328216
        10 1,628894627
        11 1,710339358
        12 1,795856326
        13 1,885649142
        14 1,979931599
        15 2,078928179

        Parece muito olhar 15 anos mas esse prazo ainda não chega à metade do tempo de acumulação de um investidor comum.

        Óbvio que você pode pegar a renda e reinvestir, entrando naquela descrição do poder dos juros compostos que falamos, mas em teoria dentro do FII o ambiente é mais otimizado e o retorno é melhor para o capital investido.

        Eu quando vejo distribuição excepcional fico pensando: Qual foi a mensagem ou a intenção do Gestor/Administrador ao fazer isso?

        Uma das grandes vantagens dos FIIs é a previsibilidade dos rendimentos, então quando a renda sofre grandes oscilações, saímos do prumo criamos um ambiente perigoso para os cotistas mais novatos, que na euforia de uma renda extra entenderão o excepcional como rotineiro e elevarão ainda mais os preços das cotas para depois vê-las cair quando patamar normal for retomado.

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      • O mesmo se aplica quando falamos em “Queimar Caixa” e nem quero entrar no mérito do termo, chamem como quiser, “Distribuição de Lucros Acumulados”, “Reserva Operacional”, “Margem Financeira”, … termos temos aos montes, mas quando vejo distribuição acima do patamar orgânico, basal do investimento eu Tetzner só consigo ver aquela progressão geométrica que postei acima sendo “QUEIMADA” no tempo.

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      • Fiquei pensando na taxa do kncr esses dias. Pelo que você falou, o kncr retém e o knri queima? Pra quem tem papel seria interessante essa progressão, já que emissão/diluição é inevitável nesse segmento?

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      • Armando eu generalizei conceitos de FII de Papel e Tijolos não foi dirigido aos Kineas calhou de ser aqui na ficha. Teve muita renda extra de semestre e quis mostrar se é não recorrente tem de ficar esperto. Sobre as perguntas Sim, essa progressão no papel só existe quando o administrador ou gestor retém a grana dos 5% e gera pelo menos um tiquinho de crescimento. Nos FIIs em geral crescimento via emissão é a maneira mais comum pela distribuição de 95%. Uma empresa do segmento não distribui tudo fica em média na faixa mínima das S/As 25% e o resto reinvestimento no negócio. Um FII de escritório poderia por exemplo comprar mais espaço no mesmo prédio 😊 Seria interessante não?

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      • Concordo totalmente com você, Tetzner. Mas acho que uma política dessas funcionará melhor quando o Mercado de FIIs estiver maduro. Por ora, creio que essa política de distribuição mais generosa está mais em linha com um esforço de popularização do investimento no setor. FIIs inacreditavelmente ainda não são um investimento “popular”…

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      • Fábio é um primeiro passo na direção do amadurecimento 🙂

        5% como vimos nesse fechamento de ano, fazem muita alegria se bem utilizados, mas podem gerar um efeito danoso para cotistas incautos.

        ainda acho que um Gestor mostrará mais valor implícito se retiver e fizer o PL crescer mas isso sou eu, minha cabeça é voltada ao investimento e não necessariamente à renda

        o bom de tudo é que basta o cotista reinvestir e pronto, juros compostos farão o trabalho do gestor rs

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    • Tetz,a lei dos 95% ,engessou demais os fiis….os 5% foram “deixados” ,na minha opinião ,para manutenções e equilíbrio financeiros “rasos”…. Se quisermos crescimento ,sem emissões ,temos q lutar por mudar esta lei….não adianta tirar “leite de pedra”….crescimentos são extremamente permissivos lá nas ações …aqui é payout e fenômeno dos juros compostos, na veia e valorização patrimonial no longuíssimo prazo (mais factível nos tijolos) de “brinde” 🙂
      Feliz ano novo,meu amigo!
      Estamos junto em 2017!

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      • Digo11, mudar a lei? Qual seria a sua proposta? Eu acredito que em 95% em FIIs e considerando objetivo de renda passiva funciona bem, especialmente para quem está na fase de utilização dos recursos.

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      • Digo11

        com a isenção eu entendo que tem mesmo que ser assim meu amigo, porque do contrário vira S/A listada em bolsa, certo?

        muita gente não vê esses 5% fazendo efeito justamente pelos motivos que você citou, eles absorvem pequenas mazelas

        interessante notar que nos FIIs mais antigos de Tijolos, com algumas emissões feitas já o valor das emissões é crescente, mas o do VP não :/

        quem não praticou o reinvestimento e comprou mais cotas acabou tendo alguma diluição pelo momento do mercado

        as emissões virão sempre quando for mais atraente à eles, como foi no topo do mercado imobiliário, causando uma diluição dupla, de quem fez e de quem não fez

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      • Carlos , tudo tem pros e contras … A minha preferência é com certeza para este payout alto…Como disse o Tetz,prefiro eu fazer os juros compostos agir,do que deixar dentro dos fiis e terceirizar o crescimento(apesar que seria mais lucrativo se a gestão fosse bem competente)…Mas isso sou eu e minha capacidade financeira…Resta-nos tentar bloquear emissões “ixpertinhas” e investir em gestoras de notória confiança,para termos mais segurança …

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  6. O Fábio está bravo com todos vocês do blog, ele me disse que vocês não dão atenção às perguntas dele, então eu estou assumindo aqui as respostas 😀

    Vamos lá, legal contextualizar o momento do FII, pós captação via emissão e com muito dinheiro em caixa buscando oportunidades de investimento

    “Ao final de Outubro de 2016, a alocação em CRI era de aproximadamente 76,98% dos ativos do Fundo.”

    A diferença para 100% é o que está em conta da emissão, provisoriamente em liquidez

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    • “Adicionalmente, 19,99% da carteira estavam investidos em LCI de baixo risco de crédito e alta liquidez, desse modo, o portfólio de títulos de renda fixa imobiliária representava 96,97% do patrimônio do Fundo”

      Risco x Retorno: se o risco é baixo de certo o retorno é menor, mas por estar em LCI vai aproveitar da isenção de IR o que ajuda no retorno total.

      O porque dessas alocações temporárias? DNA da Kinea e momento do mercado, já não está fácil encontrar boas opções para imobilizar e eles adoram segurar o dinheiro um tempão antes de alocar (fizeram isso no KNRI também depois da última emissão há alguns anos)

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    • Qualidade custa Caro?

      Distribuição de Resultados no Mês (em reais)
      (+) Receitas Totais 22.187.328,27
      (-) Despesas Totais -1.984.795,43 ***
      (=) Resultado Mensal 20.202.532,84
      (+) Resultado Retido Períodos Anteriores 2.419.634,18
      (=) Distribuição Total 22.622.167,02

      *** Taxa de administração a pagar 1.758.058,94

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      • Não sei se a GS recorrerá a RJ. Mas, sem dúvida, é a empresa de shopping aberta mais alavancada (endividada). A intenção de vender os recebiveis dos estacionamentos foi tentativa desesperada para obter caixa imediato.

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      • Vou ser sincero: faz tempo que nem olho a ação, mas que eu lembre era muito concentrado em 2021 e tinha um “pancadão” em 2017… muito dolarizada

        Se melhorou o perfil da dívida não sei, mas ou segue vendendo tudo e se desfazendo como tem feito com shoppings mais maduros ou o destino é certo, questão de tempo apenas

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      • Não estaria tão certo disso não… se assim fosse… não existiriam grupos bem fortes tentando comprar boas participações na empresa…

        FUNDO ESCOCÊS NEGOCIA COMPRA DE PARTICIPAÇÃO NA GENERAL SHOPPING

        A escocesa Aberdeen Asset Management, que fez recentemente uma grande compra de ações da Lojas Renner e se tornou a maior acionista da rede varejista, se posiciona para invadir nossa praia. O fundo estaria negociando a compra de uma participação na General Shopping, uma das maiores do país no segmento de outlets, além de 12 shoppings no modelo tradicional. A Aberdeen teria iniciado negociações com representantes da família Veronezi, à frente o chairman da companhia, Alessandro Poli. A proposta é adquirir parte dos 75% pertencentes à Golf Participações, empresa de participações dos Veronezi. Procurada, a Aberdeen negou a compra. Já a General Shopping preferiu o silêncio.
        Não é de hoje que os controladores da General Shopping buscam um investidor para retomar a expansão da empresa. A condição sempre foi não abrir mão do controle. Mas, dessa vez, Poli não quer cometer os erros do passado, quando preferiu endividar a companhia, com o lançamento de títulos no mercado internacional em vez de fazer um aumento de capital. O preço da escolha foi alto. O endividamento em moeda forte saltou de US$ 250 milhões para US$ 400 milhões. O prejuízo acumulado nos últimos dois anos passa dos R$ 360 milhões.
        A Aberdeen olha para esses números com o apetite de experiente predador. A estratégia é a de sempre: entrar com 20% ou 30% do capital e, uma vez dentro da companhia, ir se fortalecendo até se tornar majoritária, aproveitando-se da fragilidade da presa e dos preços de liquidação – em 12 meses, o valor de mercado da General Shopping caiu 67%. Os escoceses se empenharão para que não faltem os aumentos de capital favoráveis à pavimentação da sua estrada. Quem assistiu ao filme sobre a compra de ações da Renner pela Aberdeen já viu a história toda.

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      • Note que na reportagem fica claro que a família que controla a GS não quer abrir mão da sua participação majoritária, mas, certamente, seria melhor receber capital de investidor grande, do que entrar com pedido de recuperação judicial

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      • As noticias de possível (não é certeza) RJ e aquisição por fundo abutre não são incompatíveis. Se o fundo entrar na sociedade com intencao de posterior aumento de capital, isto resolve o problema de alavancagem excessiva e afasta a necessidade de RJ.

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  7. Vocês tem KNCR11? Fundo de Papel é uma coisa que sempre tenho um pé atrás, não por questões técnicas mas pessoais mesmo. Porém esse Fundo tem em estoque papéis de primeira linha, segundo observei, e o gestor é, para mim, um dos melhores. Além disso, está com um DY bastante interessante. Li os comentários mais antigos aqui no blog não encontrei nada desabonador, então isso me faz crer que é um Fundo “tranquilo”, não provoca muitos sustos ou controvérsias entre os investidores.

    Mesmo que haja tendência de queda no rendimento com a redução esperada na Selic (será?), como está um DY de quase 12%, ele tem estofo para manter a atratividade, o que acham?

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  8. Imaginem! Imaginem! O estoque de dívidas dos agentes econômicos que precisam ser roladas. Imaginaram? Pense nos 500 bilhões de endividamento da Petrobrás. Lembre-se também dos 46 Bi da Eletrobras. Não esqueça que a Oi também deve 46 Bilhões. Mas não deixe de fora as companhias que são por natureza muito alavancadas, isto é, os bancos. O Banco do Brasil tem um trilhão e meio de passivo. Será que existe poupança interna para suportar toda essa necessidade de rolagem? Considere o peso na disponibilidade domestica da dívida publica mobiliária federal interna, três trilhões. As vinte empresas mais endividadas do Brasil devem um total de 849 bilhões. A competição no mercado financeiro das companhias com o governo para rolarem suas dívidas atraindo a poupança interna é cruel. Essa é uma razão pelo qual os Bancos se beneficiam. Essa é também a razão pelo qual sou bastante otimista com os FIIs de recebíveis, eles são uma alternativa. As razoes econômicas são totalmente justificadas. Isso é os fundamentos do seguimento. As dívidas corporativas são a alma do capitalismo financeiro. Lembrem-se disso na hora que ouvirem alguma indicação de venda para os seus FIIs de papel.

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  9. “Um novo cenário econômico está se desenhando. Os juros acabam de iniciar uma trajetória de queda e tudo indica que vai ser longa. A inflação também está cedendo, os índices inflacionários estão caindo, a expectativa é de que o IPCA seja reduzido para 4,5% em 2017.”

    Conclusão:

    “ – É arriscado manter os fundos de recebíveis em carteira. Nesse cenário, a receita desses fundos se reduz, o efeito natural é a redução dos rendimentos dessas opções.”

    Tenho visto esse tipo de alerta sobre Fundos de Papéis. Escrevi esse post para demonstrar a minha discordância.

    Acho que carece de fundamentos. A razão da existência dos fundos de recebíveis tem sua essência em necessidades da economia real e na lógica do capitalismo financeiro. Vender um fundo de recebíveis porque os juros vão cair ou porque a inflação vai ser menor é a mesma coisa de vender cotas sem ocorrências vinculadas aos ativos reais em relação aos fundos de tijolo, ou seja, não tem nenhuma relação com os fundamentos. Na minha visão, essas opiniões carecem de fundamentos. Quando falo de fundamentos em relação a fundos de recebíveis, me refiro aos ativos que compõem as suas carteiras e a maneira como esses ativos são estruturados em função de uma lógica financeira que continua a fazer sentido, apesar do novo cenário que está se configurando. Vender cotas desses fundos sem considerar essa lógica é fazer uma escolha sem base racional, ou seja, desconsiderando os fundamentos. É isso que tenho visto acontecer.

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    • beto10k,

      Não entendi o seu ponto de vista.
      Se a inflação está caindo, a Selic está caindo, os juros futuros estão caindo bem mais forte, então a papelada tende a ficar menos atraente pois terá um rendimento bem menor de agora em diante. A receita deste fundos de recebíveis irá cair bastante. Já os fundos de tijolos estão em outra direção.

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  10. Tomei o FII KNCR11 para expor a minha opinião em relação a essas questões.

    O Fundo visa proporcionar aos seus Cotistas uma rentabilidade alvo equivalente a 100% (cem por cento) da variação da Taxa DI. É uma possibilidade de retorno muito interessante para o pequeno investidor. São muitas as barreiras que dificultam o acesso para esse publico em opções com esse nível de rentabilidade, como carência, aporte mínimo, nível de segmentação de relacionamento bancário, etc. Desconheço opções de renda fixa no mercado com esse nível de atratividade, sem a exigência de carência. Aceitar carência é ceder a liquidez. Não ter liquidez prejudica a capacidade de ter opções. Isso fragiliza.
    O fundo explora a necessidade de crédito de longo prazo do mundo corporativo realizando transações com lastro imobiliário. “Prover crédito para o mundo corporativo, esse é o negócio dos fundos de papeis”. O KNCR11 realizou, nesse ano, várias transações, com valores significativos, com companhias do setor de shopping Center, com necessidade de ajustar as suas estruturas de capital aos seus fluxos de caixa, no intuito de edequar as suas capacidades financeiras ao serviço dos seus endividamentos.
    Entendo que um cenário favorável está se configurando e o futuro para fundos de papeis apenas se iniciou. A tendência é crescer a demanda por opções de financiamento, propiciando alavancagem financeira para empresas que necessitam de estruturas de financiamento de longo prazo para suas operações, como alternativa a opção pelo sistema bancário. Isso é ainda mais verdadeiro agora que, mais do que nunca, cresceu a carência por crédito para essa destinação, visto que o seu mais forte concorrente anda assim meio que sem capital, isto é, o crédito barato, subsidiado, de retorno negativo que teve como principal alocador o Governo Federal. Esse é um mercado promissor. Quanto mais alternativas de financiamento pela ótica do mercado de capitais (não bancário) houver, mais possibilidade de desenvolvimento econômico haverá no Brasil.

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  11. Daí resulta a lógica desse seguimento como opção de investimento, como oportunidade de acessar rentabilidades de operações que individualmente não teríamos acesso, participando das suas transações, que indiretamente é uma forma de nos beneficiar dos negócios dos devedores financiados. Essas operações são estruturadas para serem rentáveis considerando as alternativas disponíveis para o fundo no mercado financeiro.

    A alteração do cenário econômico que está se configurando, não torna os ativos das carteiras desses fundos piores. Pelo contrário, se todas as expectativas se concretizarem, os ativos dentro das carteiras dos fundos, considerando a sistemática tradicional de precificação de renda fixa, irão se valorizar.

    Olhando para a Carteira do KNCR11 no fim de agosto de 2016, a carteira do fundo apresentava um montante investido de (R$) 2.1bilhões. Disso, R$ 1,67 bilhões estavam investidos em CRIs e 439,5 milhões estavam investidos em LCI. O fundo tem uma diversificação entre CRIs que pagam um Cupom (ano) mais inflação e os que pagam Cupom (ano) mais Taxa DI.

    O relatório de setembro, referente a agosto, mostra a seguinte configuração:

    – 1,02 bilhões do montante da carteira estavam alocados em CRIs remunerados a uma taxa anual mais a Taxa DI. A parcela da carteira alocada em CRI indexados ao CDI possuem como taxa média o valor de Taxa DI + 1,66;

    – 533,1 milhões da carteira estavam alocados em CRIs que pagam Cupom (ano) + IPCA. A parcela da carteira alocada em CRI indexados ao IPCA possuem como taxa média o valor de 6,77%;

    – 111,8 milhões em CRIs que pagam Cupom (ano) + IGPM. A parcela da carteira alocada em CRI indexados ao IGPM possuem como taxa média o valor de 7,84%;

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  12. Observa-se que meio bilhão da carteira do fundo, independente do que acontecer com os juros e com a inflação, vai proporcionar um ganho real de longo prazo de 6,77%. Estão achando que isso é ruim? Para me é excelente. 1,02 bilhões da carteira tem como taxa média DI + 1,66% a.a.. O DI é a moeda transacionada no mercado, a queda desse indexador não justifica venda, uma vez que todas as alternativas igualmente se ajustam.

    O que está acontecendo é que as coisas parecem que retornarão para uma situação de normalidade. Contudo, parece que muita gente acreditou que as condições anormais referente à situação única e magnífica da renda fixa que tivemos na nossa historia recente continuaria para todo o sempre. Sério?!!! Então, bem vindos à normalidade!! Na minha visão, dentro dessa normalidade que agora foi anunciada, continuar com os meus FIIs de recebíveis em carteira continua a fazer todo sentido, apesar do novo cenário que está se configurando,

    Tem muita gente dando ouvidos a analistas que estão recomendando a venda. Isso ocorre em face do conflito, eles sabem que cotistas são sensíveis a questão da renda. Eles temem que aqueles, aos quais prestam seus serviços de consultoria ou vendem seus relatórios, façam bobagens e depois os culpem. Não deixo de dar razão a eles. Muitos ainda não desenvolveram as atitudes mentais e emocionais apropriadas para tomarem suas decisões de investimentos. É como disse o Graham (2007) “Na verdade, o principal problema do investidor, e até o seu pior inimigo, é provavelmente ele mesmo”. Todavia, a redução dos rendimentos como única razão para vender cotas dos fundos de recebíveis não é uma decisão inteligente.

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