AEFI11 – AESAPAR

aefi11

Fundo Imobiliário criado sob regime de condomínio fechado, com prazo Indeterminado de duração; classificado como sendo um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Universidades.

É um FII Multi Empreendimento e Mono Inquilino com uma RMG Nov/26; Renda Mínima Garantida de 0,95% do VGI que foi de 71,5 milhões (Valor Global do Investimento Campinas + Cuiabá), reajustado pelo IPCA.

Sua cota inicial foi lançada a R$ 100,00 e tem por objetivo a construção, aquisição ou adaptação de imóveis com posterior locação a AESAPAR e/ou AELTDA (Anhanguera Educacional, agora KROTON).

A primeira emissão teve como objetivo o desenvolvimento de dois campus universitários:  Campinas e Cuiabá.

Empreendimento Campinas/SP – Aprovação dos projetos legais e obtenção do alvará de construção. O processo foi protocolado no GAPE (Grupo de Análise de Projetos Específicos) da Prefeitura de Campinas, composto por todos os protocolos realizados anteriormente na Secretaria de Planejamento, Secretaria de Urbanismo, SANASA e Secretaria do Verde. Temos a previsão de conclusão do licenciamento no primeiro semestre de 2014, de forma que obras se iniciem imediatamente após obtenção do alvará de construção.

Empreendimento Cuiabá/MT – EIV (Estudo de Impacto de Vizinhança) em análise junto a Prefeitura de Cuiabá. Modificações no projeto do sistema de proteção e de combate a incêndio implementadas. Aguardando aprovação final do projeto e do EIV. Temos a previsão de conclusão do licenciamento

Em Campinas o terreno está em fase de licenciamento, uma vez que é registrado como propriedade rural e precisa ser loteado.

Serão necessárias obras de benfeitoria para atender ao trânsito no local, quando então estima-se obter o licenciamento completo do terreno.

Em Cuiabá o projeto passa por análise de impacto de vizinhança, para definir entre outras coisas numero de vagas de estacionamento e área permeável.

O FII tem contratos de aluguel atípicos com a Anhanguera Educacional de 15 anos, renováveis por outros 15 anos nas mesmas condições; o aluguel já está vigente durante as obras, não havendo risco de performance ou de custo de obras para o Fundo.

As áreas dos terrenos que o FII AESAPAR é proprietário são:
– Cuiabá: 25.000 m²
– Campinas: 96.400 m²

Gestor: XP Gestão de Recursos Ltda.
Administrador: Rio Bravo Investimentos DTVM Ltda.
Data de início do fundo: 08/12/2011
Valor inicial da cota: R$100,00
Taxa de Administração (inclui Custódia e Gestão): 0,37%a.a.
Benchmark: NTN-B 2017

RI: ri@xpgestao.com.br 

Tutor do FII: Linelson

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311 comentários sobre “AEFI11 – AESAPAR

  1. entra na fila moçada… cotista de fundo imobiliário tb

    Ensino: Acionistas e Kroton pressionam Estácio por respostas
    Representantes da companhia carioca vão participar de ‘road show’ nesta semana com investidores e acionistas estrangeiros

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    • dinheiro o inquilino tem… agora resta saber porque insistem em “enrolar” aqui :/

      Lucro líquido da Kroton Educacional cresce 27,8% no 4º tri, a R$377,7 mi

      SÃO PAULO (Reuters) – A Kroton Educacional teve lucro líquido de 377,694 milhões de reais no quarto trimestre, alta de 27,8 por cento na comparação anual, beneficiada pelo aumento de 10,4 por cento do tícket médio em meio à redução de bolsas e descontos nos processos de captação, o que ajudou a compensar a maior evasão em graduação presencial diante da crise.

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  2. Fusão entre Kroton e Estácio enfrenta nova turbulência

    O acordo de fusão entre dois grandes grupos de ensino, Kroton e Estácio, assinado em agosto do ano passado para criar uma empresa avaliada em quase R$ 28 bilhões, enfrenta turbulências em sua rota de conclusão

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  3. Kroton tem piora no Enade

    O Ministério de Educação divulgou, nesta quarta (8), os resultados do Enade 2015, que avalia a qualidade de ensino dos cursos de educação superior em todo o país.

    Entre as instituições de ensino superior com capital aberto em bolsa, a Kroton foi a única que registrou uma piora na avaliação feita pelo MEC na comparação com o ano anterior.

    Trata-se da maior empresa brasileira de educação privada. Entre seus fundadores está Walfrido Mares Guia, ex-ministro de Dilma Rousseff.

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  4. Good News or Bad?

    Com parecer desfavorável, Kroton e Estácio ficam pessimistas sobre fusão

    Kroton e Estácio receberam um duro parecer da Superintendência-geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), nesta sexta-feira (3), contra o negócio que pretende formar um gigante do ensino superior.

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    • Nos próximos dias, o caso será remetido ao tribunal do Cade. Os conselheiros avaliarão então as soluções oferecidas pelas empresas e decidirão se o projeto poderá seguir adiante.

      O texto afirma que se trata de “uma operação que não pode ser aprovada sem restrição” e que “mesmo com alguma eventual restrição” talvez não seja possível.

      A união formaria um gigante de 1,5 milhão de alunos e 25% de participação mercado de ensino superior privado.

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      • Especialistas afirmam que, agora, porém, a situação é outra: desde que o governo anunciou restrições ao Fies (crédito estudantil), em 2014, o programa nunca mais foi capaz de alavancar os negócios das gigantes do ensino superior da mesma maneira.

        “O Cade sugere impugnação, mas essa publicação só adia a decisão, que deve ocorrer até 27 de julho”, afirma William Klein, presidente da consultoria Hoper.

        O especialista diz acreditar que as empresas ainda têm ativos que poderiam ser vendidos para satisfazer o Cade. “Minha aposta é que será a Uniderp.”

        Segunda maior empresa no mercado de educação a distância, a Uniderp é uma marca estratégica para a Kroton.

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      • A Uniderp é um projeto estratégico para o longo prazo, não sei se é interessante pra eles venderem….

        De qualquer forma, acho que isso não afeta o Fundo diretamente, não?

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  5. Sobre a distribuição, segue resposta do RI:

    Prezado Cotista, bom dia.

    No mês de dezembro, em decorrência das férias coletivas da Kroton, foi solicitada pela companhia a antecipação da aferição do prêmio de locação. Com isto, a rentabilidade das aplicações financeiras (base para apuração do prêmio de locação) foi calculada sobre um período inferior ao mês cheio, o que resultou na cobrança de um prêmio de locação superior ao realizado nos meses anteriores. Este resultado foi, inclusive, contemplado na distribuição mensal do mês de dezembro no valor de R$ 1,53. Esta informação pode ser ratificada na linha “Receita de Locação” contida na tabela “Fluxo Financeiro” da página 1 do relatório mensal divulgado.

    No mês subsequente (janeiro de 2017), compensou-se a majoração do prêmio pago no mês anterior, o que refletiu na distribuição do mês.

    Deste modo, em fevereiro, poderá ser evidenciada distribuição condizente com a atualização monetária dos contratos.

    Curtido por 8 pessoas

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